domingo, 20 de novembro de 2011

ANEXOS PUBLICADOS NA TESE DE DOUTORAMENTO



Jornal de noticias

Turismo/Cultura: Especialistas nacionais e internacionais debatem papel do património cultural na promoção turística - 2008-10-30

Lisboa, 31 Out (Lusa) - A importância do património cultural na promoção turística vai estar a partir de hoje em debate, durante um seminário internacional que irá reunir vários especialistas dos dois sectores, autarcas, historiadores, arquitectos e associações de agências de viagens, entre outros.

Um dos projectos que será apresentado hoje no "Touring and Heritage/Turismo e Património", que irá decorrer até sábado em Tomar, é o Roteiro Turístico do Património Mundial, que estará disponível ao público "antes do final do ano", revelou à Lusa Luis Patrão, presidente do Turismo de Portugal, entidade que organiza o seminário.

Este Roteiro está integrado na promoção de itinerários na região dos mosteiros classificados como Património da Humanidade, de Alcobaça, Batalha e Tomar. O 'touring' cultural e paisagístico já é o segundo produto mais procurado pelos turistas estrangeiros que vêm a Portugal, mas pode atrair mais visitantes, estando prevista a realização de programas de valorização de circuitos turísticos, salientou Luis Patrão.

Visando concretizar a aposta no 'touring' cultural e paisagístico, Luís Patrão afirmou que será apresentado, no âmbito do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional), um "conjunto de programas de natureza cultural e turística", nomeadamente para valorização do património existente e de circuitos turísticos.

Luís Patrão salienta que as estimativas existentes apontam para que "cerca de um quarto [25 por cento] dos turistas que vêm a Portugal" são atraídos pela vertente cultural, mas espera poder trazer mais visitantes para apreciar os monumentos, cultura e tradições nacionais.

O turismo cultural é um produto "com força" mas mal aproveitado, sendo necessária a conjugação de esforços de várias entidades para tornar possível a sua venda nos mercados nacional e internacional, defendeu à Lusa o presidente da Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

João Passos considera que o turismo cultural "tem um peso pequeno" na actividade turística em Portugal porque "não há centralização de esforços para o tornar um produto vendível". Assim, "é complicado fazer qualquer promoção do produto, nomeadamente no mercado internacional", defendeu.

O director-geral da Confederação do Turismo Português (CTP), Sérgio Palma Brito, afirmou, por seu lado, que até há um aproveitamento turístico do património histórico e religioso, principalmente em algumas regiões, mas concorda que "tem capacidade para se desenvolver mais".

Já para o director do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), Elísio Summavielle,"o turismo cultural está a ter cada vez mais procura e esta aliança com o património é bem-vinda", observou em declarações à Agência Lusa.

O responsável do IGESPAR destacou que os monumentos constituem "a parte física de um património português mais global muito rico, que inclui as culturas locais, o artesanato, a gastronomia, e os saberes".

"É necessário saber coser estas riquezas e estimular todos os responsáveis para que o património se aproxime ao turismo", defendeu, salientando ainda que, com este seminário em Tomar, pela primeira vez se reúnem entidades "de uma forma concertada" para abordar o tema.

"Queremos criar sinergias entre várias entidades e atrair o turismo com uma oferta de eventos que permitirão o convívio da criação contemporânea com o antigo", sustentou.

Os museus "são um elemento fundamental na captação de turismo cultural" no país, defendeu também à Agência Lusa o director do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC), Manuel Bairrão Oleiro.

"Há um grande crescimento do interesse no turismo cultural em Portugal", comentou Manuel Bairrão Oleiro, admitindo que "ainda há muito trabalho a fazer para divulgar as colecções" dos 28 museus e seis palácios nacionais do país tutelados pelo organismo que dirige.



sábado, 19 de novembro de 2011

FÓRUM MUNDIAL DE MARKETING 3.0 DEBATE NOVOS COMPORTAMENTOS ENTRE MERCADO E CONSUMIDOR




Fórum que se ralizou entre os dias 15 e 16 de Novembro no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, teve como convidados nos seguintes oradores:

- Patricia Seybold (Inovação & Clientes)

- Nirmalya Kumar (Crescimento e Inovação)
Este investigador é o autor de um interesssante artigo no âmbito do marketing 3.0,ao defender uma mudança de paradigma, dos famosos "4 p's" (Product, Price, Promotion, Place) de Jerome McCarthy, para para um novo modelo, o dos "3 v's" (Valor dos clientes, proposta de Valor e rede de Valor).

-Russel Buckley (Marketing Móvel)

- B.J Fogg (Persuasão & Marketing)

- Jeffrey Thull (Estratégia de Vendas)

- Bernardo Hernandez (Tecnologia & Tendências)

O Marketing 3.0 tem demonstrado ser nos dias de hoje uma ferramenta essencial na promoção do património classificado, como demonstram as várias plataformas móveis promovidas produzidas pela UNESCO, como a FOTOPEDIA HERITAGE, que o Centro do Património Mundial desenvolveu exclusivamente para Iphone e IPAD e apresenta fotos de grande resolução e infromações detalhadas sobre os bens culturais e naturais classificados como Património da Humanidade.



Brevemente, será apresentado neste blogue um resumo do artigo científico que está a ser concluido no seguimento da temática do marketing 3.0

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Conferência, 22 de Novembro «O Processo de Inscrição do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça na lista do Património da Humanidade», por Filomena Leonar

Conhecer a história do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça

Lisboa, 18 nov 2011 (Ecclesia) – O ciclo de conferências «Terças na sacristia do Mosteiro de Alcobaça» dá a conhecer a história deste mosteiro (localizado a norte da diocese de Lisboa), bem como o património móvel e edificado que lhe está associado.

«O Processo de Inscrição do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça na lista do Património da Humanidade» por Filomena Leonardo será o tema da próxima conferência, 22 deste mês.

Este projeto teve início em maio do corrente ano, sendo o seu objetivo divulgar os “trabalhos de investigação desenvolvidos pelos técnicos superiores deste serviço do IGESPAR e as temáticas são variadas e abrangentes, incluindo áreas como a história, arte, arquitetura, conservação e gestão de coleções, e o Acervo da Casa Museu Vieira Natividade”, revela um comunicado enviado à Agência ECCLESIA.

Programa
22 de novembro
«O Processo de Inscrição do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça na lista do Património da Humanidade» por Filomena Leonardo

6 de dezembro
«Cister na Europa: A Carta Europeia das Abadias Cistercienses» por Cecília Gil

13 de dezembro
«Alcobaça e Inês de Castro: História e Turismo» por Andreia Charneca

Fonte: Agência de Notíciaa Ecclesia~

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

PROGRAMA DO XI CONGRESSO DA ORGANIZAÇÃO DAS CIDADES PATRIMÓNIO MUNDIAL - a decorrer em Sintra, de 22 a 25 de Novembro de 2011


PROGRAMASábado e
Domingo
Segunda
21 Nov
Terça
22 Nov
Quarta
23 Nov
Quinta
24 Nov
Sexta
25 Nov
Sábado e
Domingo
Manhã
Almoço
Tarde
Noite



SINTRA RECEBE XI CONGRESSO DAS CIDADES PATRIMÓNIO MUNDIAL


Fonte: Câmara Municipal de Sintra

Sintra vai receber o XI Congresso Mundial da Organização das Cidades Património Mundial (OCPM). Subordinado ao tema “As Cidades Património Mundial e as Alterações Climáticas”, o Congresso realiza-se de 22 a 25 de Novembro de 2011 (...)

O objectivo deste congresso é alertar para as consequências das alterações climáticas nas cidades e sítios património mundial. Pretende-se que este congresso tenha um carácter nacional e internacional e coloque Portugal na agenda comocentro de debate científico sobre alterações climáticas.

Sintra foi eleita anfitriã do Congresso das Cidades Património, na cidade de Quito, Equador , em Setembro de 2009, aquando da realização do X Congresso. Pela primeira vez na história da OCPM registou-se um empate entre duas cidades, Sintra e Varsóvia, tendo Sintra ganho numa segunda volta por uma esmagadora maioria de votos das cidades Património Mundial dos países da Europa Ocidental, do Sul e Mediterrâneo, de África e Médio Oriente, América Latina, Caribe e Ásia.

A OCPM é uma entidade não governamental e sem fins lucrativos, criada em 1991, que integra 227 cidades de todo o mundo e actua junto das Nações Unidas, da UNESCO, do Banco Mundial e do Conselho da Europa com o objectivo de colaborar com estas entidades no sentido de preservar as cidades históricas .

A OCPM organiza, de 2 em 2 anos, desde 1993, um congresso mundial subordinado a diferentes temas que se prendem à gestão e reabilitação de Cidades Património Mundial, classificadas pela UNESCO.

Mais informações em http://www.sintraovpm2011.com/ ou consultar o sítio web da organização: http://www.ovpm.org/ - Organization of World Heritage Cities / Organization des Villes Patrimoine Mondial

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO CORPORATIVA (Parceria multi-institucional) E PUBLICITÁRIA NA PROMOÇÃO DO PATRIMÓNIO MUNDIAL

Cáceres, 16 nov (EFE).- La ciudad monumental de Cáceres se convertirá en el escenario de una aventura urbana de caballeros, escuderos o pajes, el próximo sábado, para conmemorar el XXV aniversario de su declaración por la UNESCO como Ciudad Patrimonio de la Humanidad.

Los concejales de Turismo, Jorge Suárez; de Deporte, Pedro Muriel; y de Juventud, María Eugenia García, han comparecido para informar de estas actividades que buscan difundir el conocimiento de la ciudad, especialmente entre los más pequeños.

Así, el 19 de noviembre habrá una aventura urbana, la "Carrera del Caballero', que hará un recorrido por diferentes juegos repartidos en distintos escenarios de la zona monumental.

Los participantes deberán inscribirse en la Plaza San Mateo, donde se les impondrá 'la marca del escudero' y se les dará un mapa con unas breves instrucciones sobre las pruebas a superar.

En la primera parada, la Plaza de las Veletas, los pajes tendrán que demostrar su puntería en el tiro con arco, el tiro con tirachinas y cerbatana.

En la Plaza de San Jorge, por su parte, se situará una tirolina de la que sólo podrán disfrutar aquellos que participen en el concurso de dibujo 'Tu monumento favorito', otra de las actividades programadas en el marco de esta conmemoración.

El concurso va dirigido a los escolares de entre 4 y 12 años, quienes podrán presentar un dibujo inédito de la ciudad en cualquiera de sus facetas (arte, historia, gente o cultura), tanto en blanco y negro como en color, en formato papel DIN-A4 y técnica libre.

Las obras serán entregadas la mañana del sábado, en coincidencia con la aventura urbana y el ganador será premiado con un almuerzo en el Restaurante Orellana del Hotel Extremadura, para él y tres acompañantes, y se entregarán también dos accésit para libros.

Además de la tirolina, ese mismo día los aprendices de caballero se enfrentarán en duelo a una justa en la Plaza de Santa María y aprenderán las normas del asedio trepando por la muralla en el Arco de la Estrella.

Igualmente, los asistentes podrán descender por un rapel desde la torre de los Púlpitos y, como prueba final, escalar por una cajas situadas en la fachada principal del ayuntamiento.

Completa los actos, una marcha popular, 'Re-corriendo Cáceres', el día 27 de noviembre abierta a la participación de todos los ciudadanos.

La marcha partirá a las 10:30 horas de la Ciudad Deportiva y recorrerá las calles de Antonio Hurtado, Cruz de los Caídos, Paseo de Cánovas, San Pedro, San Juan, Plaza Mayor y Plaza de Santa María.

Las inscripciones, gratuitas, podrán hacerse a través del correo electrónico recorriendo@ayto-caceres.es o el mismo día de la prueba en el lugar de salida establecido.

En esta actividad se sortearán diferentes regalos entre todos los asistentes como una estancia de dos noches en habitación doble con desayuno buffet a elegir entre varios hoteles de la ciudad.


ABC (2011). La Ciudad monumental revisará su pasado con aventura urbana de cavalleros. Extraído em 16 de Novembro do sítio ABC.Es: http://www.abc.es/agencias/noticia.asp?noticia=1002379

ANEXOS PUBLICADOS NA TESE DE DOUTORAMENTO - Carta do Turismo Cultural ICOMOS 1976


Carta de Turismo Cultural ICOMOS (International Council on Monuments and Sites) de 1976

Introdução

1) ICOMOS tem como objetivo promover os meios para salvaguardar e garantir a conservação, realce e apreciação dos monumentos e sítios que constituem uma parte privilegiada do patrimônio da humanidade.

2) Em virtude dele, sente-se diretamente concernido pelos efeitos - tanto positivos como negativos - sobre o mencionado patrimônio derivados do desenvolvimento extraordinariamente forte das atividades turísticas no mundo. ICOMOS é consciente de que hoje, menos que nunca, o esforço vindo de qualquer organismo, por muito poderoso que seja em seu âmbito, não pode influir decisivamente no curso dos acontecimentos. Por essa razão tem que se levar em conta uma reflexão conjunta com as grandes organizações mundiais ou regionais que, de uma forma ou de outra, dividem estas preocupações e que desejam contribuir a aumentar um esforço universal, coerente e eficaz.

3) Os representantes dessas entidades, reunidos em Bruxelas (Bélgica), em 8 e 9 de novembro de 1976, no Seminário Internacional de Turismo Contemporâneo e Humanismo, entraram em acordo no seguinte:

Postura Básica

1) O turismo é um feito social, humano, econômico e cultural irreversível. Sua influência no campo dos monumentos e sítios é particularmente importante e só pode aumentar, dados os conhecidos fatores de desenvolvimento de tal atividade.

2) Contemplado com a perspectiva dos próximos vinte e cinco anos, dentro do contexto dos fenômenos expansivos que afronta o gênero humano e que podem produzir graves conseqüências, o turismo aparece como um dos fenômenos propícios para exercer uma influência altamente significativa no entorno do homem em geral e dos monumentos e sítios em particular. Para que resulte tolerável, a dita influência deve ser estudada cuidadosamente, e ser objeto de uma política concertada e efetiva a todos os níveis. Sem pretender fazer frente a esta necessidade em todos os seus aspectos, se considera que a presente aproximação, limitada ao turismo cultural, constitui um elemento positivo para a solução global que se requer.

3) O turismo cultural é aquela forma de turismo que tem por objetivo, entre outros fins, o conhecimento de monumentos e sítios histórico-artísticos. Exerce um efeito realmente positivo sobre estes tanto quanto contribui - para satisfazer seus próprios fins - a sua manutenção e proteção. Esta forma de turismo justifica, de fato, os esforços que tal manutenção e proteção exigem da comunidade humana, devido aos benefícios socioculturais e econômicos que comporta para toda a população implicada.

4) Sem dúvida, qualquer que seja sua motivação e os benefícios que possui, o turismo cultural não pode estar desligado dos efeitos negativos, nocivos e destrutivos que acarreta o uso massivo e descontrolado dos monumentos e dos sítios. O respeito a estes, ainda que se trate do desejo elementar de mantê-los num estado de aparência que lhes permita desempenhar seu papel como elementos de atração turística e de educação cultural, leva consigo a definição; o desenvolvimento de regras que mantenham níveis aceitáveis. Em todo caso, com uma perspectiva de futuro, o respeito ao patrimônio mundial, cultural e natural, é o que deve prevalecer sobre qualquer outra consideração, por muito justificada que esta se paute desde o ponto-de-vista social, político ou econômico. Tal respeito só pode assegurar-se mediante uma política dirigida à doação do equipamento necessário e à orientação do movimento turístico, que tenha em conta as limitações de uso e de densidade que não podem ser ignoradas impunemente. Além do mais, é preciso condenar toda doação de equipamento turísticos ou de serviços que entre em contradição com a primordial preocupação que há de ser o respeito devido ao patrimônio cultural existente. Bases de Atuação Fundamentando-se no que foi dito anteriormente:

1) Por uma parte as entidades representativas do setor turístico e, por outra, as de proteção do patrimônio natural e cultural, profundamente convencidas de que a preservação e promoção do patrimônio natural e cultural para o benefício da maioria somente se pode cumprir dentro de uma ordem pelo qual se integram os valores culturais e os objetivos sociais e econômicos que formam parte da planificação dos recursos dos Estados, regionais e municípios;

2) Tomam nota, com o maior interesse, das medidas formuladas nos apêndices desta declaração, que cada um deles está disposto a adotar em sua esfera de influência;

3) Fazem um chamamento aos Estados para que estes assegurem uma rápida e enérgica aplicação da Convenção Internacional para a Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural adotada em 16 de novembro de 1972, assim como da Recomendação de Nairobi;

4) Confiam em que a Organização Mundial de Turismo, em cumprimento de seus fins, e a UNESCO, no marco da mencionada Convenção, realizem o maior esforço possível, em colaboração com os organismos signatários, e com todos aqueles que no futuro se adirão, para assegurar a aplicação da política que as ditas entidades têm definido como a única capaz de proteger o gênero humano dos efeitos do incremento de um turismo anárquico cujo resultado é a negação de seus próprios objetivos;

5) Expressam seu desejo de que os Estados, por meio de suas estruturas administrativas, as organizações de operadores de turismo e as associações de consumidores e usuários adotem todas as medidas apropriadas para facilitar a informação e formação das pessoas que planejam viajar com fins turísticos dentro e fora de seu país;

6) Conscientes da extrema necessidade de modificar a atual atitude do público em geral sobre os grandes fenômenos desencadeados pelo desenvolvimento massivo do turismo, desejam que, desde a idade escolar, as crianças e os adolescentes sejam educados em conhecimento e em respeito pelos monumentos e sítios e o patrimônio cultural, e que todos os meios de comunicação escrita, falada ou visual exponham ao público os componentes deste problema, com o qual contribuam de uma forma efetiva à formação de uma consciência universal;

7) Unanimemente prestos à proteção do patrimônio cultural que é a verdadeira base do turismo internacional, se comprometem a ajudar na luta iniciada em todos as frentes contra a destruição deste patrimônio por todo tipo de contaminação; e, ao efeito, se apela aos arquitetos e expertos científicos de todo o mundo para que os mais avançados recursos da moderna tecnologia sejam postos a serviço da proteção dos monumentos.

8) Recomendam que os especialistas chamados a planejar e levar a cabo o uso turístico do patrimônio cultural e natural recebam uma formação adaptada à natureza multidisciplinar do problema e participem, desde seu começo, na programação e realização dos planos de desenvolvimento e equipamento turístico;

9) Declaram solenemente que sua ação tem como fim o respeito e a proteção da autenticidade e diversidade dos valores culturais, tanto nos países e regiões em vias de desenvolvimento como nos industrializados, e há que a sorte do patrimônio cultural da humanidade é realmente idêntica ante a perspectiva do provável desenvolvimento e expansão do turismo.

Fonte: PRIMO, Judite. Museologia e Patrimônio: Documentos Fundamentais - Organização e Apresentação. Cadernos de Sociomuseologia/ n.º 15, Págs.153-156; ULHT, 1999; Lisboa, Portugal. / Tradução de Judite S. Primo e Daniella Rebouças Silva. [1]


[1] ICOMOS (1976) Carta do Turismo Cultural. Extraído a 9 de Outubro de 2011 do sítio da Revista Museu: http://www.revistamuseu.com.br/legislacao/turismo/tur_cultural.asp